Paloma Faith

Paloma Faith

Mil perdões, pessoal. Estive viajando por estes dias e realmente não pude atualizar o nosso blog como gostaria. Mas espero conseguir dar um ritmo melhor nas próximas semanas.

E para retomar os trabalhos, hoje vou falar de música.

Independente do seu gosto, a musicalidade é algo inerente ao ser humano. Tocar um instrumento, ouvir uma bela voz ou até mesmo cantar são práticas que em algum momento da vida todos nós fizemos, fazemos ou faremos.

Eu, particularmente, sou bastante eclético. Ouço de Frank Sinatra a Metallica. E tenho como um dos meus hobbies procurar sonoridades ou artistas pouco conhecidos, mas que possuem uma boa qualidade (no meu ponto de vista, claro). Uma ótima ferramenta para isso é o YouTube. Apesar de atualmente ser povoado por muito conteúdo de baixa qualidade, é possível garimpar bons vídeos.

Você, por exemplo, já pesquisou sobre músicos do mundo árabe? Já assistiu a um clipe de algum D.J. Israelense? Quem sabe conhecer a música Tcheca? Muitos jovens de hoje em dia utilizam o YouTube para curtir o fenômeno musical coreano intitulado K-Pop. São Boy Bands, em sua maioria, com letras bem legais.

Para mim o grande celeiro de música boa é a Grã-Bretanha. É de lá que surgiram nomes como Led Zeppelin, Sex Pistol, The Who, Snow Patrol e, claro, Beattles. Na era atual podemos citar Adele, Ed Sheeran, Sam Smith, Elton John, a ES-PE-TA-CU-LAR Jessie J (que falarei sobre em outro post) e a inesquecível Amy Winehouse. Que time, não?

Eu cresci ouvindo Beattles, Simon & Garfunkel e Paul McCartney; e sempre ouvia do meu pai a frase: “Não se faz música como antigamente”. Apesar de achar saudosismo do velho, aquilo me doía no fundo. Pois eu meio que sabia que era verdade. Mas aí surgiu Ms. Winehouse e ele teve que aposentar a frase. Melhor! Passou a curtir Amy junto comigo.

Confesso que um dos maiores choques que eu sofri na vida foi quando ela morreu… Foi realmente doloroso. Me senti completamente órfão musical, pois Amy me propiciou curtir, em meu próprio tempo, um seguimento que eu acho fantástico: o blues. E desde então procuro alguém que preencha de leve (pois substituir é quase impossível) esta lacuna.

Tem o pessoal do Postmodern Jukebox – que até fez show no Brasil recentemente – os quais recomendo bastante. Inclusive, encontrei-os em uma dessas garimpadas no site de vídeos do Google. Mas apesar da Robyn Adele Anderson ter uma fantástica voz, seria nível 6 na escala Amy Winehouse de canto.

E foi em uma dessas buscas de algo novo que encontrei uma cantora bastante interessante. Não é uma Amy, que fique bem claro. Na verdade tem um estilo musical um tanto quanto diferente; apesar de uma veia Soul. Mas é dona de uma voz a se considerar. E esta semana ela lançou mais um single de trabalho, Cry Baby. Trata-se de Paloma Faith.

 

 

A britânica é cantora, compositora e atriz. Se você é bom de filmes, deve tê-la visto no confuso, porém bem filmado, O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus; escrito e dirigido pelo louco, mas muito competente, Terry Gilliam.

Ms. Faith faz um estilo retrô e excêntrico. Desde criança se aprimorou nos estudos do balé e da dança. Mas já foi cantora em cabaré burlesco e, pasmem, assistente de mágico! Sempre buscou o estrelado pela arte. E o conseguiu em 2009 com o seu primeiro single Stone Cold Sober, do álbum Do You Want the Truth or Something Beautiful?.

 

 

Eu, particularmente a conheci ao ver o vídeo na qual fazia um cover fantástico da música Feel the Love, da banda eletrônica (inglesa) Rudimental.

 

 

Desde então venho acompanhando o trabalho desta artista que tem uma voz forte e três álbuns. O último, de 2014, conta com uma de suas músicas mais famosas – e que eu mais gosto -: Only Love Can Hurt Like This.

 

 

Com uma boa presença de palco e personalidade, Paloma tem tudo para conquistar seu lugar ao sol. Portanto, vale a pena acompanhar os passos de mais esta bela artista da terra da rainha.

 

 

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