Voltamos!

Quanta coisa aconteceu nestes últimos 12 meses, não? A onda conservadora – quase fascista – ganhou força em vários países do mundo. Vimos um Empresário virar Prefeito na maior cidade da América Latina e outro Presidente na principal nação do planeta. Felizmente a França – mais uma vez – nos apresentou esperança na humanidade.

Por aqui, trajado de gari, o Empresário João Dória tenta varrer os menos favorecidos da capital paulista com programas que literalmente destroem a cultura popular da sua metrópole. Enquanto isso, na América do Norte, Donald Trump projeta muros segregacionistas e brada aos quatro cantos de mundo sua intolerância – Mas curiosamente cultiva amizades que colocam até seus pares em dúvida sobre sua sanidade.

E falando nos soviét… ops… russos… No mundo Tupiniquim tem golpista cometendo gafes mundo afora e destruindo um perfil de confiança construído com muito sacrifício. Podemos dizer que regredimos 20 anos em 20 semanas.  Se continuar assim, o G20 vai mudar de algarismo.

Além das confusões nos Castelos de Cartas das Américas, testemunhamos cenas lamentáveis na televisão brasileira. De orifícios alheios a ereções simuladas (ou não), passando por assédio infantil incentivado por personalidades da comunicação; a impressão que se tem é que não existem mais limites na mídia televisiva aberta nacional. Lamentável…

No esporte acompanhamos um gigante cair de divisão por uma administração “Píffia”. E o maior patrimônio nacional, a Seleção Brasileira, ter um amistoso com seu principal rival ser transmitido apenas online! E não se tratou de uma ação para promover a inclusão digital. Na verdade, o fato foi consequência de uma briga entre as poderosas CBF e Rede Globo. Quem diria, não? Mas nada disso foi abordado como deveria pela imprensa – Pra variar…

Pois bem, meus amigos. Muita coisa aconteceu e nem tudo foi dito como se deveria. Panelas silenciaram e fotos com policiais militares cessaram. A imprensa se perdeu e hoje desdiz o que disse há 20 minutos. Ficamos indignados com isso e tivemos que retornar. Pois assim como com os franceses; que sempre nos mostraram exemplos de liberdade, igualdade e fraternidade nos piores momentos; fomos irradiados novamente com o sentimento de busca pela justiça ao testemunharmos a consolidação, nestes últimos meses, de uma nova classe de bravos lutadores e defensores do ponto de vista livre no país: A chamada Imprensa Independente.

Como promotores do livre pensar, saudamos a internet, a ainda possível liberdade de expressão e o debate vívido de ideias – desde que com respeito mútuo – proposto por estes cada vez mais participativos canais de comunicação. E apesar de termos em nosso DNA a promoção de conceitos e análises da cultura POP, vez por outra também trataremos de assuntos polêmicos e daremos nossa opinião contundente seja por texto, áudio ou vídeo. Pois afinal de contas, como sempre dissemos, a teoria é relativa.

 

 

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